Detalhes da Editora

Intrínseca

A Intrínseca foi fundada em dezembro de 2003, por Jorge Oakim. O primeiro livro lançado pela editora foi Hell, da francesa Lolita Pille. Ela cresceu de forma significativa quando obteve os direitos de lançamento de A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak, no Brasil; o livro vendeu mais de um milhão de cópias no país, e a editora se associou, então, à Sextante. A Intrínseca vendeu 725 mil exemplares em 2008, número que subiu para 3,8 milhões em 2009, após o lançamento da série Crepúsculo. Parte do sucesso da editora no mercado de livros se deve a sua atenção à demanda dos fãs de certas obras na internet; apesar de não contar com um sistema para pedidos diretos dos fãs, a Intrínseca tem uma equipe que monitora as comunidades de leitores e mantém contato permanente com fã-clubes.

Livros da Editora resenhados

Cotoco
Infanto-Juvenil / 24 de Agosto de 2010

Se eu fosse me basear no que tenho lido ou ouvido falar sobre o que as pessoas acham – sem ler, claro – do livro tema dessa resenha de hoje para decidir se o leria ou não, ela certamente não sairia. Mas não, pessoal, o livro não é bobo. Nada de fazer caretas e torcer o nariz. Em suas 392 páginas, Cotoco é simplesmente genial. Na verdade, o nome do livro não é apenas Cotoco, mas Cotoco: o diário perversamente engraçado de um garoto de 13 anos. Perversamente engraçado é a palavra chave. É um humor extremamente aguçado, que te faz sorrir pela franqueza de como o fato é contado. Já me faz vislumbrar um filme com Christopher Mintz-Plasse, Michael Cera, Jonah Hill, Seth Rogen e companhia. Sábado, 22 de janeiro (…) 20h Assisti Uma linda mulher, com a Julia Roberts, na sala comunitária. Ela é realmente perfeita. Fiquei com uma inveja danada do Richard Gere. Depois de me formar, vou sair pelas ruas procurando prostitutas feito a Julia. John “Cotoco” Milton é um personagem extremamente cativante, e junto com seus colegas de internato conhecidos como “Os Oito Loucos” – Cotoco, Rambo, Cachorro Doido, Simon, Rain Man, Lagartixa, Barril e…

Eu Sou o Mensageiro
Romance / 7 de Abril de 2010

Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor. Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados. Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe. Depois de ficar extasiado com A Menina que Roubava Livros fiquei bastante curioso para ler Eu Sou o Mensageiro. Queria saber se era um acerto ocasional do autor ou se o cara é bom mesmo. Pois o cara é bom mesmo. Em Eu Sou o Mensageiro, escrito antes A Menina que Roubava Livros, Zusak já nos traz a sua escrita peculiar. Não tive problemas com o início de A Menina que Roubava Livros, que muita gente reclama de ser lento e/ou confuso. Mas em Eu Sou o Mensageiro‘confesso ter dado um empurrão para continuar a leitura. Mas depois que você entra no ritmo, não para mais. É contagiante. Acho que essa dificuldade nos inícios desses livros de Zusak se dá por causa da sua escrita. Ele escreve para o leitor. Melhor, ele fala com o leitor. Ed Kennedy, o mensageiro, não apenas conta…